• Estar separado emocionalmente da família na qual
você cresceu. Não a ponto de ser um “estranho no ninho”, mas o suficiente para
que sua identidade seja separada dos pais e parentes.
• Construir uma relação baseada no compartilhamento
da intimidade e da identidade, ao mesmo tempo que permite que cada parceiro
tenha sua própria autonomia.
• Estabelecer uma relação sexual rica e prazeirosa e
protegê-la das intromissões da vida profissional e obrigações familiares.
• Para os casais com filhos, assumir os medos de se
tornar pais e absorver o impacto da entrada de um bebê no casamento. Aprender
a continuar o trabalho de proteger a própria privacidade e de seu cônjuge.
• Enfrentar e aprender a controlar as inevitáveis
crises que a vida traz.
• Manter a força de um laço matrimonial apesar da
adversidade. O casamento deve ser um lugar seguro no qual os parceiros devem
ter a possibilidade de expressar as diferenças, angústias e conflitos.
• Ser bem humorado e saber rir das situações na
perspectiva de evitar o tédio e o isolamento.
• Ser carinhoso e confortar um ao
outro, satisfazendo as necessidades emocionais do parceiro e oferecendo
encorajamento e suporte para seus sonhos e planos quando preciso.
• Manter o romantismo vivo, mesmo as imagens
idealizadas de paixão, enquanto enfrentam com pragmatismo as mudanças trazidas
pelo tempo.