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Quando...
"Os sãos não precisam de médico, mas sim, os
enfermos." Jesus (Mateus, 9:12)
Quando a
discórdia surge nos nossos relacionamentos
mais íntimos, necessário se faz que saibamos
tolerar, compreender e desculpar, para que a
harmonia se restaure entre nós.
Quando a
tristeza faz morada em nosso coração,
esqueçamos os momentos menos felizes da vida,
para que a alegria se nos retorne ao viver.
Quando as mágoas
ou os desencantos interferem em nossa paz
interior, afastemos de nós tais sentimentos
que nos perturbam para que a serenidade nos
acalente o coração.
Quando as
dificuldades de ordem material surgem em nosso
caminhar terreno, busquemos, na fonte do
trabalho ativo, amenizar as situações difíceis
que atravessamos.
Quando o ciúme
nos martiriza interiormente, por enxergarmos o
mal onde, talvez, ele não exista, procuremos,
na prece, a coragem de libertar-nos desse e de
quaisquer outros sentimentos que nos
aprisionem ao egoísmo.
Quando o ódio ou
a revolta nos transformam a vida num arsenal
de guerra, recolhamos as nossas armas
interiores de defesa, para que o orgulho não
fale tão alto dentro de nós.
Quando, enfim,
nossa vida não se encontra num clima de
verdadeira paz, é, certamente porque, somos
nós mesmos aqueles "doentes
da alma que necessitam de médico", como
disse Jesus. É hora, portanto, de recorrermos
a ele, como o médico das almas, e de buscarmos
a nossa cura interior, pela vivência plena dos
seus ensinamentos, através da prática da
caridade em todos os seus aspectos e de uma
efetiva reforma íntima.
Pensa nisso,
filho meu!
Texto de Lúcia Cominatto
Postado por
Izabel Cristina da Fonseca, 12 de abril de 2010
(12.123)
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